Partidários do Prefeito Roberto Góes (FOTO) consideram que o presidente da Câmara de Vereadores de Macapá, Rilton Amanajás, exagerou ao comentar sobre pedido de impeachment já na primeira sessão do ano, em fevereiro. Antes de qualquer decisão, seria preciso aguardar o desfecho das investigações para saber se Góes tem envolvimento comprovado com o esquema de corrupção descoberto pela Operação Mãos Limpas. Fala-se até da criação de um movimento na capital e municípios para defender o mandato do prefeito que está preso em Brasília, há 30 dias. Soltura está nas mãos do ministro Otávio Noronha, do Superior Tribunal de Justiça. Por outro lado, o habeas corpus de Roberto Góes impetrado no Supremo Tribunal Federal está com o ministro Joaquim Barbosa, que só volta do recesso em fevereiro. Também continuam presos, Adriano Socorro de Souza Vaz, Patrick Lindson Portal, Waltencir Peixoto Vidinha e Marcus Vinícius de Souza Assunção.
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